A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo (PM) concluiu que a soldado Yasmin Cursino, 22, praticou homicídio doloso contra a ajudante geral Thawanna Salmazio, 31, em Cidade Tiradentes, zona leste de São Paulo, no dia 3 de abril.
O relatório descartou a versão de legítima defesa apresentada por Yasmin, que havia afirmado que disparou apenas para se defender de agressão. A investigação apontou que o disparo foi intencional e que a vítima foi atingida no abdômen.
A autoridade militar suspendeu a soldada imediatamente após o crime e também suspendeu o porte de arma da policial. O processo foi encaminhado à Justiça Militar, que decidirá sobre a punição.
O marido da vítima, Luciano Santos, foi autuado por crime de resistência. Ele declarou que não reagiu contra os agentes e que tentou socorrer a esposa, mas foi contido e impedido de prestar assistência.
O Samu chegou ao local e tentou socorrer Thawanna, mas a morte foi constatada no hospital. A Secretaria de Segurança Pública acompanha o caso e mantém a investigação em andamento.