A Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (Abevd) divulgou os resultados de uma pesquisa que analisa quem participa da venda direta no país.
O levantamento indica que mulheres formam o maior segmento de empreendedores nesse modelo, buscando complementar a renda familiar.
Também são identificados muitos empreendedores negros, que aproveitam a venda direta para ampliar suas oportunidades econômicas.
A pesquisa aponta que trabalhadores que buscam renda extra aderem ao modelo, usando o celular como principal ferramenta.
Todo o comércio se desenvolve por aplicativos de mensagem, sobretudo celular e WhatsApp, que permitem contato direto com clientes e gestão de pedidos.
A Abevd destaca que a flexibilidade do modelo favorece quem tem horários imprevisíveis, como quem já possui emprego formal.
Com esses perfis, a venda direta se consolida como alternativa de geração de renda para populações tradicionalmente sub‑representadas no mercado formal.