Esquema depende da avaliação profissional. Completar as aplicações e retornar para exames faz parte do cuidado.
A sífilis tem cura. A penicilina benzatina é o medicamento de escolha para muitos casos, mas o esquema depende do estágio da infecção e da avaliação profissional. Algumas situações exigem outras condutas.
Não existe uma quantidade de aplicações que sirva para todas as pessoas.
Cumpra o esquema indicado
Peça que a equipe registre as datas e explique os retornos. Se perder uma aplicação, procure a unidade para orientação. Não tente compensar a dose nem usar antibióticos por conta própria.
Quem já apresentou alergia ou reação importante à penicilina deve informar isso antes do tratamento.
Os exames continuam depois
O acompanhamento com exames, como o VDRL, permite avaliar a resposta. Guarde resultados e comprovantes das aplicações para apresentar nas consultas.
A melhora dos sintomas não substitui esse controle. O teste rápido, por exemplo, pode continuar positivo mesmo após o tratamento. Entenda o que cada resultado do teste de sífilis pode significar.
As parcerias também precisam de cuidado
A avaliação das parcerias sexuais ajuda a interromper a transmissão e a evitar reinfecção. O serviço orientará quem precisa de testes ou tratamento e quando é seguro retomar as relações sexuais.
Ter sido tratado não produz imunidade: é possível adquirir sífilis novamente. Por isso, vale conhecer as medidas de prevenção da sífilis, inclusive para quem utiliza PrEP.
Na consulta, confirme três pontos: quais são as próximas etapas, quando voltar para o exame e como orientar as parcerias.
Se o retorno for difícil por trabalho, transporte ou outra barreira, explique a situação à equipe para organizar a continuidade do atendimento.
O Espaço do Povo reuniu os endereços das UBS de Paraisópolis para quem precisa buscar orientação e cuidado.