Paraisópolis, São Paulo terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Entulho de reformas e móveis velhos jogados na rua se transformam em problema para Paraisópolis

[dropcap]D[/dropcap]entre os principais problemas que enfrentamos em nossa comunidade está a questão do lixo. O problema, não é exclusivo de Paraisópolis e atinge toda a cidade e traz graves consequências aos moradores de São Paulo.

A ausência de uma política pública para resolver essa questão, que é a coleta seletiva, programa de reciclagem em toda a cidade e descarte adequado de entulho é, sem dúvida, um grande desafio a ser solucionado por São Paulo e seus mais de 11 milhões de habitantes. A responsabilidade pelo lixo é de todos e não exclusividade do Poder Público ou entidades sociais.

O descarte inadequado do entulho, infelizmente, se tornou uma prática um tanto comum em nosso bairro. É comum vermos nas esquinas e saídas de vielas, entulho, móveis quebrados e lixo se acumulando.

Esta não é uma ação de todos moradores, mas de poucas pessoas, que acabam prejudicando toda a comunidade. Quem precisa descartar entulho e deseja fazê-lo de forma correta tem, como única alternativa, o aluguel de caçambas, que custam muito caro. O que torna a tarefa ainda mais difícil.

Está previsto no Programa de Urbanização a construção de um EcoPonto e uma central de triagem de recicláveis, a comunidade aguarda o início de operação destes equipamentos públicos, para reduzir o impacto desses problemas.

Além do lixo, uma novidade e até agora exclusiva acontece em Paraisópolis, carros abandonados estão sendo utilizados para o descarte de entulho. É comum vermos por todo o bairro, carros velhos cheios de lixo, que só fazem piorar a situação.

Uma das formas de amenizar o problema é só colocar o lixo para fora nos dias de coleta.

A população também deve denunciar a falha no atendimento de coleta. O telefone do Alô Limpeza é 3397-1723.

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Joildo Santos
ESCRITO POR

Joildo Santos

Comunicador e fundador do jornal Espaço do Povo, em Paraisópolis, onde desde 2007 narra o cotidiano e as potências das favelas brasileiras. CEO da CRIA S/A e presidente do Instituto Crias, é referência em comunicação de impacto social, conectando marcas, organizações e empreendedores da periferia para gerar oportunidades, renda e novos imaginários sobre as comunidades.

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