São Paulo registra 10 mortes por meningite; Vacinação é a forma mais eficaz de combater a doença

 São Paulo registra 10 mortes por meningite; Vacinação é a forma mais eficaz de combater a doença

Crédito: Foto Reprodução

Meningite meningocócica: tipo mais grave da doença volta a fazer vítimas no Brasil

A capital paulista registrou mais dois óbitos por meningite meningocócica, em um homem de 22 anos, morador da Zona Norte, e uma mulher de 20 anos, da Zona Sul. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), foram registrados 58 casos da doença e 10 mortes desde o início do ano.

Segundo a SMS, os dois últimos casos são isolados e não se relacionam com os cinco casos de meningites registrados na Vila Formosa e Aricanduva, bairros da Zona Leste, que estão em estado de alerta, configurando como surto localizado. 

A meningite é uma doença causada pela bactéria Neisseria meningitidis, além dessa bactéria,  há outras como a Streptococcus pneumoniae (pneumococo) e o Haemophilus influenzae. Além de contagiosa, a doença pode deixar sequelas e até levar à morte.

Riscos da doença 

É uma inflamação que ocorre na membrana que protege uma parte do cérebro que se chama encéfalo, acometendo a medula espinhal e outras partes do sistema nervoso central, atingindo, principalmente, crianças menores de cinco anos.

A transmissão se dá por contato com gotículas de salivas, secreção do nariz e da garganta, podendo ser transmitidas também por alimentos mal higienizados.

Entenda os sintomas

Nos bebês, os sintomas se manifestam por meio da baixa circulação deixando as mãos e pés mais frios, falta de apetite, dificuldade para movimentar a cabeça devido a dores no pescoço, manchas vermelhas na pele, convulsões, diarreia e vômitos.

Nos casos de crianças, adolescentes e adultos, os sintomas são os mesmo, mas podem ser  mais intensos, acompanhados de vômitos mais frequentes em jatos, dores nas juntas e aversão à luz.

Vacinação pode salvar vidas 

A vacinação é a forma mais eficaz de combater o contágio pela doença. A imunização deve ser feita a partir do 3º mês de vida com aplicação da 1 ª dose, aos cinco meses é aplicada a 2ª dose, e ao completar 12 meses de vida é dada a dose de reforço. 

Por conta do avanço da doença, o Ministério da Saúde ampliou a cobertura da vacina para profissionais da saúde e para crianças de até 14 anos.

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