O país tem até 2033 para garantir que 100% das residências recebam água tratada e que o esgoto seja coletado e limpo, meta fixada pelo Marco Legal do Saneamento aprovado em 2020. Especialista consultado pela USP diz que o ritmo atual deixa o objetivo distante.
A legislação obriga Estados e municípios a abrir concessões a empresas privadas ou estatais, mas a burocracia e a falta de planejamento atrasam obras em cidades pequenas. Sem investimentos, a população continua dependendo de poços, caminhões-pipa ou do esgoto a céu aberto.