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Museu Judaico de São Paulo realiza Festival Literário gratuito com escritores de vários países

Museu Judaico de São Paulo (MJS) promove o Festival Literário do Museu Judaico de São Paulo (FliMUJ) entre 14 e 18 de outubro de 2026, com entrada gratuita. O evento acontece nas dependências do museu, na Rua Martinho Prado, 128. A proposta central gira em torno da questão: “uma palavra pode valer mais do que mil imagens?”.

A abertura contará com a escritora norte‑americana Sarah Hurwitz. Hurwitz, autora do best‑seller As a Jew e vencedora do National Jewish Book Award, traz experiência de redação de discursos para Barack e Michelle Obama e Hillary Clinton. Ela conduzirá a mesa “Como judeus incrédulos retornam ao judaísmo?” mediada por Roberto Simon às 19h da quarta‑feira.

Na quinta‑feira, duas sessões abordam os laços entre hebraico e iorubá (Rachel Reichhardt e Rodney William, mediação de Dalia Schneider) e a memória histórica (Marcelo D’Salete e Nora Krug, mediação de Gabriela Franco). Às 19h, Alexandre da Silva e Sharon Sanz Simon debatem “O que faremos com tantos anos de vida?”, com mediação de Micheline Alves. Ambas as discussões são mediadas por especialistas, garantindo dinamismo ao debate.

A programação infantil, batizada de FliMUJinho, acontece no domingo, 18 de outubro, das 11h às 16h. A curadoria ficou a cargo da jornalista Thais Bilenky e a pergunta “e se fosse eu?” guia as três atividades do dia, promovendo o respeito ao outro. A iniciativa visa envolver crianças e famílias na reflexão sobre empatia e diversidade.

Outras mesas incluem Karl Schurster e Juliano Spyer discutindo preconceitos visuais, com mediação de Anita Efraim, e Bernardo Ajzenberg e Valérie Zenatti buscando a palavra certa para se comunicar com estranhos, mediação de Gabriela Longman. Mariano Horenstein participa de debate à tarde, sendo mediado por Julián Fuks. As mediadoras asseguram que o debate permaneça acessível ao público geral.

Com nove mesas de debate, o FliMUJ reúne escritores, artistas e pensadores brasileiros e estrangeiros, oferecendo ao público da cidade a oportunidade de refletir sobre linguagem, memória e identidade. A gratuidade e a localização central garantem amplo acesso à comunidade periférica de São Paulo. A iniciativa reforça o papel do museu como espaço de cultura e educação para todos.

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Equipe do Espaço do Povo

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